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Tarô nos
museus |
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Apesar do empenho dos estudiosos e da boa literatura que já foi escrita sobre o assunto, a origem do tarô insiste em permanecer na obscuridade. Egípcios, chineses, indianos, hebreus e outras civilizações foram indicados como os que teriam, em tempos bem remotos, concebido as
cartas do tarô. Há até os que aceitam sua invenção na Europa
Medieval, com o intuito de servir de diversão à Corte Real, mas ninguém
sabe ao certo de onde vieram ou se foram desenvolvidas por um sábio
iluminado da Renascença.
Um fato indiscutível é que suas figura agregam formas simbólicas de muitas civilizações, lendas, tradições e mitos, podendo ser transferidas para condições universais. Embora o tarô seja visto como modismo em nossa
era, existem literaturas e estudos desde o século XIV; ou seja, temos mais de setecentos anos de
publicações sobre o assunto.

Fatores históricos importantíssimos:
A primeira denominação para o
conjunto de cartas do tarô surgiu por volta de 1390 com o nome de LUDUS CARTARUM;
em meados de 1400 se chamou NAIBIS. Depois, por volta de 1450 foi denominado de TAROCCO, pelos italianos.
Somente a partir de 1590 foi chamado de TAROT, pelos franceses (não pelos egípcios!!). Também,
inicialmente carta do tarô era chamada de TRUNFOS (1450) e mais
tarde denominou-se ARCANO (1860).
O primeiro tarô com simbologia
e/ou referência hebraica (cabala) surgiu em 1889 (Tarô de Oswald Wirth,
Londres, Inglaterra); também, o primeiro tarô com iconografia egípcia foi
lançado em 1896 (Tarô de Falconnier, Paris, França).
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SÉCULO XV |
SÉCULO XVI |
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Tarô de Visconti-Sforza - Bib. Pierpont Morgan, NY.
Tarô de Gringonneur - Bib. Nac. da França, Paris
Cartas de Guidhall - Galeria Guidhall, Londres
Cartas de Rothschild - Museu do Louvre, Paris
Cartas de Tarocchi - Biblioteca Nac. Torino, Torino |
Cartas Italianas - Museu Metropolitano de NY, NY
Cartas de Veneza - Museu de Arte Popular, Roma
Cartas de Agnolo Hebreu - Museu Britânico, Londres
Cartas de Sola Busca - Museu Britânico, Londres
Cartas Catelin Geofroy - Museu de Artes, Frankfurt |
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SÉCULO XVII |
SÉCULO XVIII |
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Tarô de Jac. Vieleville -
Bib. Nac. da França, Paris.
Tarô Jean Noblet - Bib. Nacional da França, Paris
Tarô Parisiense - Bib. Nacional da França, Paris
Tarô de François Chasson - Bib. N. da França, Paris
Tarô de Marselha - Museu de Marselha, França. |
Tarô de Pierre Madenié (1709)
Tarô de Claude Tomasset (1731)
Tarô de Grimaud (1748)
Tarô de Cloude Burdel (1751)
Tarô de Bernard Schayer (1784) entre tantos |
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SÉCULO XIX |
LEMBRETE |
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Tarô de Jean Gerger (1800)
Tarô de Jacques Burdel (1813)
Tarô Suíço 1JJ (1865)
Tarô Clássico (1889)
Tarô de Oswald Wirth (1889)
Tarô de Falconnier (1896) |
Todos os tarôs dos
séculos
XVIII e XIX
ainda são editados e podem
ser encontrados em livrarias especializadas, seus originais estão em poder
de colecionadores particulares. |
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Texto baseado no livro
"Curso Completo de Tarô, Nei Naiff - Ed. Nova Era"
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