
Quais os tipos
de florais?
Por
décadas os florais de Bach reinaram absolutos em todos os países; porém,
entre as décadas de 1970 e 1980 houve um verdadeiro reflorescimento (nos
dois sentidos) da terapia floral. Dezenas de pessoas em diversas partes do
mundo começaram a pesquisar as flores de sua região ou de seu país. As
primeiras pessoas que podemos seguramente colocar como os “continuadores”
das idéias de Edward Bach foram Richard Katz e Patrícia Kaminski (E.U.A.)
ao elaborarem o repertório dos florais da Califórnia (Flower Essence)
no início da década de 1970.
Logo
após as divulgações dos trabalhos dos florais da Califórnia, na década de
1980, surgiram dois sistemas na Austrália: Living Essences criado
por Vasudeva Barnao e Kadambii; também o Bush Australian de Ian
White. Ainda neste período, nos Estados Unidos, Steve Johnson criou os
florais do Alaska, sendo o primeiro a desenvolver as essências ambientais
(elixires criados a partir do tempo, lugar ou região e não necessariamente
de flores). Também, Sabina Pettitt com os florais do Pacífico (costa oeste
dos E.U.A.) que foi a primeira a utilizar a água do mar ou seus habitantes
(moluscos, corais, algas, etc) para extrair elixires. Na França surgiu o
trabalho de Philippe Deroide com a criação dos florais Franceses (Deva
Essences), sendo o primeiro a criar um jardim especificamente para a
pesquisa das essências.
A
partir da publicação destes trabalhos o mundo inteiro se rendeu à pesquisa
e utilização dos florais, tais como, Cynthia Athina Kemp (florais do
Deserto, Estados Unidos), Penny Medeiros (florais Aloha, Havaí), Bram
Zaalberg (florias da Holanda, Holanda), Atul Shah (florais do Himalaia-Sanjeevini,
Índia), Jorge Luis Haff (florais de Raff, Argentina), Andréas Korte
(florais da Amazônia, Venezuela), Marion Leigh (florais de Findhorn,
Escócia), entre dezenas de
sistemas.
No
Brasil podemos assegurar que os pioneiros na pesquisa de nossas flores
foram Breno Marques da Silva e Ednamara Vasconcelos e Marques na criação
dos florais de Minas, no final da década de 1980, em Itaúna-MG; também
Joel Aleixo com os florais Brasileiros, em São Paulo-SP. Durante a década
de 1990 surgiram no Brasil mais pesquisadores, como por exemplo, Neide
Margonari (florais de Saint Germain), Maria Grillo (florais Filhas de Gaia),
Ferdinand Röhr (florais do Agreste), Sandra Epstein (florais da Mata
Atlântica), Denilde Lourenço (florais Arco-íris), Gelse Campos e Lourdes
Agnesini (Florais Agnes), Fabian e Kátia Cubakowic (florais da
Mantiqueira), entre dezenas.